Eu quisera que todos os Guias do mundo se enamorassem loucamente de nosso bendito Deus e Pai. Queria que todos os oficinista do mundo vissem os Guias fanatizados pelo nosso Deus, e que eles, os oficinistas, ficassem contagiados com essa divina loucura.
Eu quero que um fogo sagrado, uma ardente mística se apodere, acenda e incendeie os corações de todos os Guias dos TOV do mundo.
Com veemência, quero fazer minhas as palavras do meu Senhor: “Vim para pôr fogo na terra e que vou querer senão que arda em chamas? ” (Lucas 12, 49)
Eu quisera que nossos Guias fossem pessoas arrebatadas pelo verdadeiro Deus, E o Deus verdadeiro é essencialmente liberdade e páscoa. Aquele que nos tira da tranquilidade interior e nos lança no torvelinho da vida, do amor, do serviço, lança-nos aos quatro ventos para gritar que Deus é o Incomparável, o Formidável… Não existem palavras no dicionário que o possam expressar: Ele é além de todas as palavras, de todo nome, é o Sem-nome…
Abram, pois, as portas, meus filhos, e deixem passar o nosso Deus Pai até os territórios de sua intimidade. Ali, O declarem como dono absoluto e Senhor eterno de todos os seus horizontes e logo verão que fortes e alegres se sentirão.
De minha parte, não me cansarei de reclamar e gritar uniforme e monotonamente que meu único sonho, meu único anseio é que todos os Guias do mundo, começando por mim mesmo, cheguem a ser, cheguemos a ser, passo a passo, mas sem pausas e resolutamente, amigos do Senhor, enamorados de Jesus Cristo, santos e fanáticos por nosso Deus.
Este é o meu grito de Ressurreição.
E como desejo ardentemente que, meu Senhor, em sua potência sem limite, faça o prodígio de que este “grito“ desperte a todos os adormecidos na sepultura da frieza e levante-os ao resplendor da Ressurreição e da vida! Amém. Aleluia.
Tirado das “Cartas Circulares”: “Circular número 5”, de Frei Ignacio Larrañaga








